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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Parábola: A figueira Estéril


Texto : Lucas 13:6-9
INTRODUÇÃO- A Bíblia apresenta, de modo figurativo, o homem como sendo uma árvore plantada pelo próprio Deus sobre a terra. Ele espera que esta árvore venha dar bons frutos, caso contrário, será cortada por Ele mesmo, O qual tem prerrogativa exclusiva para tal – Dt. 32:39-43.

        1. Uma Excelente Oportunidade Para Frutificar - (13:6a). 

A figueira desta parábola foi plantada na vinha. O terreno de uma vinha geralmente era muito mais apropriado para o plantio do que outro terreno qualquer. Tratava-se de um solo privilegiado e fértil, no qual se mantinha grande expectativa de frutificação.

 Jesus estava querendo dizer que os religiosos da sua época tinham tudo para frutificar o fruto de uma vida piedosa e temente a Deus. Eles faziam parte de uma nação escolhida, a quem se destinou a Palavra, a Promessa, a Aliança e a Bênção, através dos quais todos os recursos espirituais estavam disponíveis.

a)      Somos plantados por Deus.

     2.   A Frustração Pela Ausência de Frutos - (13:6b). 
Apesar de todo o investimento, o dono da vinha estava frustrado pela ausência de frutos naquela figueira. Três anos haviam se passado desde a sua primeira visita àquele lugar, obtendo o mesmo resultado de sempre: uma figueira sem frutos. Desolado, ele manda ao vinhateiro corta-la para que não se mantivesse a ocupar um lugar inutilmente. Três anos já haviam se passado desde o início do ministério de Jesus em Israel. Para sua tristeza, uma nação que havia nascido para ser luz para todos os povos, ainda vivia numa condição de grande apatia e incredulidade em relação às coisas de Deus. Aquela geração em Israel, nos dias de Jesus, era uma figueira sem frutos. Como nação, Israel nunca poderia ser cortada dos planos divinos por causa de uma aliança feita com Abraão, porém, uma geração pode passar sem desfrutar dos benefícios da promessa divina por causa da incredulidade e desobediência.
a)      Deus espera que produzamos bons frutos.
b)      Fruto do Espirito – Gl. 56:22-23.
Frutos da carne – Gl. 5:19-21
Deus não aceita que ocupemos a terra inutilmente.
     3.  Uma Segunda Chance - (13:7-9). 
Diante da dura ordem do dono da vinha de cortar a árvore infrutífera, o vinhateiro, talvez movido de compaixão por ela, propôs ainda mais uma chance. Pediu-lhe mais um ano para trabalhar nela, cavando-a e deitando ali esterco. Se desse certo, bem; se não, aceitaria o seu corte. Aquele ano, portanto, seria um ano de vida ou morte para aquela árvore. Mais um ano para frutificar! Até aquele dia Jesus não tinha obtido o que mais desejava daquela nação. No entanto, naquele mesmo ano ele morreria, ressuscitaria e deixaria em seu lugar uma igreja cheia do Espírito de Deus que havia de crescer grandemente em Israel, e dali para todo o mundo. Aquele seria um ano de grandes mudanças, de terras revolvidas, de adubo lançado e de um esforço concentrado para que aquela geração experimentasse um grande avivamento.
a)Caso produza maus frutos:
b)Deus estabelece um tempo para cultiva-la (longanimidade).
c)Se não arrepender-se será executado (lançado no fogo) – Lc. 3:9.

4 – Homens Cortados por Deus:

1-Coletivamente:
a)      No Diluvio – Gn 6:5-7
b)      Em Sodoma e Gomorra – Gn 19:24
c)      Família de Acã – Is 7:25.

2-Individualmente:
a)      Golias – I Sm 17:49-54
b)      Jezabel – II Rs 9:33
c)      Ananis e Safira – At 5:1-11
d)     Himeneu e Alexandre – I Tm. 1:20.

CONCLUSÃO -Vimos sobre a importância de nos abrirmos ao tratamento divino que alcance o mais profundo da alma e do espírito. Devemos permitir que a terra do nosso coração seja revolvida até que se perceba quais têm sido os elementos neutralizadores da frutificação. Identificando elementos como amargura, inveja, ou qualquer outra forma de endurecimento contra Deus e contra o próximo, devemos confessar, abandonar e receber o novo adubo da intervenção espiritual, capaz de fortalecer as raízes da nossa comunhão com Deus e da relação saudável com os outros.

fonte:http://www.ibemanuel.com.br/

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