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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A Sunamita e o seu Filho


Texto Base: 2Reis 4: 8 a 37).

Essa história nos chama muito a atenção pelo tanto de lições que podem sair dela.
  
A Bíblia não menciona o nome de tal mulher, apenas a chama de sunamita, uma referência a cidade de Suném, onde morava. Suném quer dizer:Lugar de repouso. Localizada a sudeste do mar da Galiléia, entre os montes Gilboa e Tabor, na planície de Jezreel é herança da tribo de Isaacar.

Aqui Deus nos revela algo tremendo: para recebermos milagres e ver o agir de Deus em nossas vidas precisamos estar “em repouso”, ou seja, descansando no Senhor. Deus não trabalha na ansiedade. A ansiedade impede Deus de agir. Precisamos descansar que quando entregamos algo ao Senhor, Ele vai realmente operar em nosso favor e realizar muito mais!

O profeta Eliseu exercia seu ministério por lá quando foi notado pela sunamita: “Eis que este é um santo homem de Deus”. Aquela mulher tinha um relacionamento com Deus, por isso tinha discernimento para ver que Eliseu era um homem separado por Deus. A partir dai Eliseu tornara-se hóspede dela, nada lhe faltava.

Muitas vezes não recebemos bênçãos por achar que algumas pessoas são menores ou menos capazes que as outras, é preciso entender que Deus usa quem Ele quer e que nossas necessidades e milagres podem estar em mãos que vivem bem ao nosso lado. Deus nos ensina a ter humildade para reconhecer que precisamos discernir as qualidades das pessoas.

Como forma de retribuição Eliseu pensou em falar com o rei para, quem sabe, lhe retribuir os favores, sua resposta foi: “Eu habito no meio de meu povo”, ou seja, “sou feliz neste lugar, não necessito de mais riquezas, me agrada o convívio com o povo”. Eliseu, então, pede a Deus que lhe dê um filho.
Passado o tempo o filho da sunamita sente uma forte dor de cabeça e falece. Veja a reação  o exemplo daquela mulher…

Sabe o que fez a sunamita?
Ela não chorou nem mandou enterrar seu filho, mas deitou o menino no quarto de Eliseu, reuniu os empregados, preparou jumentas e foi até o Monte Carmelo ao encontro do profeta. Agora Deus nos fala sobre FÉ.

Sem olhar para a situação, para o problema, a sunamita corre ao Carmelo que significa Presença de Deus. É assim que devemos ser: nos momentos de adversidade, de luta, de provação, devemos acreditar no impossível e correr para a presença do Pai.

Ela demonstrou auto-controle, equilíbrio emocional e não se desesperou. Acreditou naquilo que seus olhos não podiam contemplar. Sonhou com a vida!


fonte:http://www.montesiao.pro.br

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