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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

POR QUE CELEBRAMOS O NATAL?

A festa de Natal é uma das mais populares do mundo. Muitos aproveitam a oportunidade para dar e receber presentes, mas quem mais usufrui dessa data é o comércio, que a cada ano começa mais cedo com a decoração natalina e sugere presentes para todos os bolsos e gostos. Mas será que ainda se sabe a verdadeira razão do Natal? Quem conhece sua origem? Será que é apenas uma festa de família, um momento de celebrar laços de amor e amizade? Para muitos, o Natal significa estresse, para outros representa solidão e um tempo onde o vazio interior é percebido com mais intensidade.
Será que essa festa perdeu todo o seu sentido?

Vejamos porque devemos celebrar o Natal:


O Natal é a maior alegria que um ser humano pode encontrar

Encontramos este testemunho em Mateus 2.10-11: “E, vendo eles [os magos]
a estrela,alegraram-se com grande e intenso júbilo. Entrando na casa, viram
menino com Maria, sua mãe…” Ainda antes do nascimento de Jesus, Maria já exclamou:
“o meu espírito se alegrou em Deus, meu Salvador” (Lc 1.47). E o anjo falou aos
pastores de Belém: “Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria,
que o será paratodo o povo” (Lc 2.10).
Jesus é a luz no fim do túnel, a libertação da escravidão do pecado e a única garantia
de futuro. Quem encontra Jesus é alguém que andou errante e finalmente achou o
caminho de volta ao lar. E isso é motivo de intensa alegria, da maior alegria!
A desgraça do pecado é imensa, mas a alegria pela salvação em Jesus é
incomparavelmente maior. Quantas vezes já sentimos grande júbilo e profundo
alívio quando superamos um fracasso! Mas quando nos achegamos a Jesus, nos
livramos de toda a culpa e das nuvens escuras da desesperança que pairam sobre
nossa vida. Quando recebemos a Jesus, os raios do amor divino nos alcançam trazendo
júbilo e alegria maiores que qualquer sofrimento, culpa ou frustração. Jesus é a luz no fim
do túnel, a libertação da escravidão do pecado e a única garantia de futuro.
Quem encontra Jesus é alguém que andou errante e finalmente achou o caminho de volta ao lar. E isso é motivo de intensa alegria, da maior alegria!


O Natal é a maior ação de busca e salvamento da história da humanidade!

Lemos no Evangelho de Mateus: “Ela [Maria] dará à luz um filho e lhe porás o nome de
Jesus, porque ele[Jesus] salvará o seu povo dos pecados deles” (Mt 1.21). E no
Evangelho de Lucas está escrito que “hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador,
que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.11).
Levantar a bandeira da paz, fazer marchas, passeatas e demonstrações em prol da
paz igualmente será em vão. Agostinho, um dos pais da Igreja, formulou de maneira
muito adequada o que traz paz ao coração: “Nosso coração fica inquieto até encontrar a
paz em Ti, Senhor!”
A maior catástrofe da humanidade foi sua queda em pecado. Ela foi tão terrível que não
havia outra possibilidade de salvação a não ser Jesus Cristo tornar-se homem. Deus, o
Criador, tornou-se homem em Jesus e morreu por nós. Ele deu Seu sangue e Sua vida
para termos o perdão. A grandeza dessa operação de salvamento manifesta a enormidade
de nossa culpa e a grandiosidade do amor de Deus.
Quem não consegue ou não quer crer nessa verdade é como alguém que se acidentou por
sua própria culpa mas não quer aceitar ajuda de ninguém e permanece preso às ferragens
do carro.


O Natal é a maior paz que podemos usufruir

A base do Natal está alicerçada na misericórdia de Deus: “graças à entranhável
misericórdia de nosso Deus, pela qual nos visitará o sol nascente das alturas, para
alumiar os que jazem nas trevas e na sombra da morte, e dirigir os nossos pés pelo
caminho da paz” (Lc 1.78-79).
Como clama por paz o nosso mundo! Os grandes e poderosos estão empenhados por ela,
mas enquanto cada um, pessoalmente, não tiver paz dentro de si, o mundo continuará
agitado. Trevas e sombras de morte caracterizam a imagem dos nossos dias. Todas as
guerras e revoltas, todos o conflitos familiares e interpessoais são expressões da
inquietação que habita em nossos corações.
O grande pintor Michelângelo já dizia: “Não é a pintura nem a escultura que saciam a
alma sedenta”. Todo o empenho em edificar e construir a paz não trará ao mundo essa
tão esperada dádiva. Levantar a bandeira da paz, fazer marchas, passeatas e
demonstrações em prol da paz igualmente será em vão. Agostinho, um dos pais da
Igreja, formulou de maneira muito adequada o que traz paz ao coração: “Nosso coração
fica inquieto até encontrar a paz em Ti, Senhor!” Somente Jesus poderá dirigir nossos
passos pelo caminho da paz.
Quem encontrou a paz com Deus através de Jesus Cristo tem uma paz inigualável no
coração, e os efeitos não se farão esperar, “porque ele é a nossa paz…” (Ef 2.14)
Nos campos de Belém os anjos declararam: “Glória a Deus nas maiores alturas, e
paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem” (Lc 2.14).


O Natal é a maior esperança que alguém pode ter

Jesus é o Salvador de todos que O aceitam, e trouxe a luz da eterna esperança aos
salvos. Através dEle a escuridão da alma se transforma em luz.
Segurando o menino Jesus em seus braços, o idoso Simeão louvou a Deus, dizendo:
“porque os meus olhos já viram a tua salvação, a qual preparaste diante de todos os
povos: luz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo de Israel” (Lc 2.30-32).
Ele tinha a esperança de ver o Salvador prometido, e teve o privilégio de
segurá-lO em seus braços. Jesus é a esperança do mundo.

Jesus é o Salvador de todos que O aceitam, e trouxe a luz da eterna esperança
aos salvos. Através dEle a escuridão da alma se transforma em luz. Quando
conhecemos Jesus, nossos olhos se abrem. Sua Palavra nos proporciona tesouros
espirituais inimagináveis, que Ele adquiriu para nós ao ressuscitar: vida eterna nas
mansões celestiais junto de Deus, o Pai; felicidade eterna sem jamais ficarmos tristes;
harmonia eterna sem a existência de pecado ou conflito; o fim do medo, da angústia,
do estresse, das dúvidas e inquietações. Quem deixa Jesus guiar sua vida também
poderá ver as coisas desta vida terrena a partir de outra perspectiva, de um ângulo
diferente, iluminado por Deus.


Jesus é o maior presente que alguém pode receber

Por isso está escrito na Palavra de Deus: “Graças a Deus pelo seu dom [presente]
inefável!” (2 Co 9.15).“O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus
é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6.23).
O Natal é a festa dos presentes. Gostamos de dar e de recebê-los. Mas todo presente
precisa ser aceito. Ficamos decepcionados quando alguém rejeita o que preparamos
e entregamos com muito amor e carinho. Não há presente maior que o amor de Deus,
que vem ao nosso encontro na pessoa de Jesus.
Não há presente maior que o amor de Deus, que vem ao nosso encontro na pessoa de
Jesus. Não há esplendor maior, não há bem material, luxo terreno ou qualquer coisa
que possa, de alguma forma, ser minimamente comparado ao que Jesus nos dá. Ele
veio do céu à terra para nos presentear com a vida eterna. Você aceita esse presente?
Ou prefere ficar enlaçado com coisas terrenas que com o tempo se vão?
Você quer receber esse presente de Deus? O presente do perdão de todos os seus
pecados, o presente da vida eterna? Se você O aceitar, Jesus Cristo transformará
toda a sua vida – pois para Ele tudo é possível!
O Natal pode começar a fazer sentido para você. Jesus quer se tornar a maior festa de
sua vida. Ele lhe diz agora mesmo: “Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te pede:
dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. Quem beber desta água
tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que eu lhe der, nunca mais terá
sede; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida
eterna” (Jo 4.10,13-14).

Rev. Sinval Alves Martins.

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