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domingo, 10 de julho de 2011

Adolescência x mudanças: como lidar?



Não é exagero falar que com a chegada da adolescência tudo muda: corpo, voz, emoções e até o modo de agir são outros em comparação com a infância. Geralmente, o adolescente e os pais notam que algo está acontecendo quando o corpo ganha novos contornos e pelos. A explicação para tais transformações está nos hormônios. O GH, por exemplo, é responsável pelo crescimento, enquanto o estrógeno, que é produzido pelo ovário, está relacionado às transformações corporais femininas, como as curvas e o desenvolvimento dos seios. Já a testosterona, formada no testículo, tem a ver com o engrossamento da voz e o aumento da musculatura nos meninos.

Coisas de menina

Apesar de cada adolescente ter seu próprio processo de desenvolvimento físico, as principais mudanças acontecem por volta dos 11 anos de idade. Nessa fase, a garota cresce, bem como suas mamas, momento em que surge o primeiro sutiã. Há ainda a cintura, que fica mais fina enquanto o quadril alarga, e os pelos, que aparecem nas axilas e no púbis. 

Entre os 12 e 14 anos a voz afina, costuma acontecer a menstruação, que também é chamada de menarca, e o organismo dá início às mudanças genitais. Com isso, a parede da vagina torna-se mais espessa, o útero aumenta de tamanho e há uma maior circulação sanguínea no clitóris. 

Negócio de meninos 

Assim como acontece com as garotas, neles as alterações dão início por volta dos 11 anos. O momento costuma ser marcado pelo conhecido estirão do crescimento, que se prolonga até mais ou menos os 16, os testículos se desenvolvem, o pênis fica maior e mais espesso e os pelos aparecem no púbis, no rosto e nas axilas. 
Mas é lá pelos 13 anos que surge a primeira ejaculação e o crescimento da laringe, seguido do engrossamento da voz.

Nervos sob controle

Além do corpo, a mudança emocional e de comportamento na adolescência também é bastante intensa. “Essa ocasião é conhecida como síndrome da adolescência normal, cujas características mais marcantes são busca de si mesmo e de uma identidade, separação progressiva dos pais, tendência a conviver em grupo, crises religiosas e constantes flutuações de humor e de estado de ânimo”, lista o hebiatra, médico especialista que atende adolescentes, Carlos Landi, do Hospital Samaritano, em São Paulo.

Os pais podem ajudar o adolescente a passar por essa fase e fazer com que tudo ocorra de forma segura. “O mais importante é o pai e a mãe entenderem que essas mudanças são normais e que é preciso dar apoio ao jovem, estabelecer um diálogo aberto com ele e respeitar sua individualidade e privacidade, porém, sem deixar de estabelecer limites”, diz o médico. Segundo ele, não existem regras fixas, mas a compreensão, o carinho e, principalmente, o diálogo aberto e o respeito mútuo são a chave do sucesso.
fonte: www.atmosferafeminina.Familia

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