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sábado, 16 de julho de 2011

Construindo um Lar


Acontece a toda hora. Um rapaz conhece uma moça. Começam a namorar. Apaixonam-se. Ficam noivos. Planejam o casamento. Casam-se.
Sem dúvida, algumas pessoas gastam tanto ou mais tempo planejando a festa de seu casamento do que com o planejamento do seu matrimônio e do seu lar. A festa de casamento é uma comemoração de um dia, quando se ligam duas pessoas na relação mais íntima conhecida na humanidade. O matrimônio, contudo, foi instituído por Deus para durar toda a vida. Em nossa sociedade, as festas das bodas são tão romantizadas que as meninas crescem sonhando e planejando o dia quando serão a bela Cinderela com um longo vestido de cauda flutuante.
Literalmente falando, centenas de horas e muito dinheiro são gastos em algumas festas de casamento, enquanto alguns matrimônios não duram o tempo suficiente para se pagarem as despesas feitas com elas.
O lar bem sucedido é aquele que é construído de acordo com as especificações divinas. Ele merece muito mais esforço e sacrifício do que uma festa de casamento. A estabilidade do lar repousa sobre o entendimento de que o matrimônio é idéia de Deus, não do homem, e Deus insiste em que a relação que ele ordenou é boa! Casais que estejam determinados a ter matrimônios felizes, completos, precisam reconhecer o significado de construir sua vida em comum de acordo com o plano que Deus revelou.
Amor: o adesivo divino
O apóstolo Paulo descreveu o manto de Cristo que deveria envolver as vidas de todos os santos (Colossenses 3:12-15). “Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição.” O amor é a qualidade que traz consigo todos os outros atributos num único propósito.
No matrimônio, o amor é a cola que liga um homem e uma mulher como se fossem um só, e faz com que eles se adiram um ao outro quando outras forças estiverem atuando para separá-los. O amor que mantém intacto um matrimônio não é limitado ao sentimento meloso e exagerado que aflora através das veias de um rapaz adolescente e faz com que suas bochechas brilhem e seus joelhos tremam quando aquela moça especial lhe fazer uma pergunta na aula de álgebra. Nem o amor é o erotismo intenso que está sendo inculcado às massas como se fosse amor. O amor que mantém um matrimônio é um amor aprendido com Deus, que mergulha suas raízes profundamente no coração e muda tanto sentimentos como comportamento.
Quando o Espírito Santo nos ensinou sobre este tipo de amor, ele não passou muito tempo explicando como se sente este amor. Em vez disso, ele delineou meticulosamente para nós o comportamento do amor (1 Coríntios 13:4-8): “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba.” Esposos e esposas precisam chegar a entender que Deus não falou meramente como nos deveríamos sentir um para com o outro; o Senhor nos conduziu em nosso comportamento um para com o outro.
Paciência e tolerância: livrando-se do egoísmo
Crianças mal acostumadas tornam-se adultos egoístas, e pessoas egoístas são maus parceiros em qualquer tipo de relacionamento. Não há meio de se compartilhar uma casa, uma família, ou uma vida juntos sem disposição a dar. O Senhor fala diretamente deste ponto (Efésios 5:22 e segs.) quando ele instrui as esposas a que “sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor,” e imediatamente instrui os maridos: “amai vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela.”
Sua mulher tem algumas verrugas e algumas manchas? Você também tem. Você se cansa de agüentar as imperfeições dela? Ela se cansa das suas. Ele tem algumas maneiras que são imensamente incômodas? Você também. Você descobriu que ele não é perfeito? Ele descobriu a mesma coisa em você. Você quer que sua esposa passe por cima de ninharias e preste atenção no que realmente importa? Você tem que ser o modelo para esse comportamento. Dar — e dar mais e mais — é um elemento essencial para a construção de um lar.
Visão e amizade:
compartilhar metas e andar juntos
O profeta perguntou há muito tempo, “Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?” (Amós 3:3). Construir um lar bem sucedido carece unidade de propósito. Uma pessoa, cujo primeiro compromisso é servir o Senhor, freqüentemente se achará em desacordo com outra pessoa cujo primeiro desejo é ganhar dinheiro, ou divertir-se, ou trabalhar. Abençoado, na verdade, é o homem ou mulher que pode olhar para seu lar e afirmar confiantemente, “Eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. O compartilhamento de um propósito comum na vida dá uma âncora que segurará o lar durante as tormentas.
Sonhos e visões precisam ser partilhados vezes e mais vezes. Amigos são aqueles que cuidam, que partilham, que ansiosamente dão em benefício uns dos outros. Uma das chaves da construção de um lar feliz é alimentar sua amizade com seu esposo. Façam os sacrifícios necessários, mas dediquem tempo um ao outro. Faça as pequenas coisas, ofereça gentilezas, e converse com a pessoa com quem você está passando a vida. Quanto mais intimamente se conhecerem um ao outro, mais plenamente se entenderão e mais forte se tornará o laço que fazem dos dois um só.
Os cristãos farão bem em dar bastante tempo e atenção a construir o tipo de lar que querem; a casa pode vir depois. O lar precisará um suprimento abundante dos materiais básicos, tais como amor, paciência, tolerância, visão e amizade. Edificar um lar bem sucedido, feliz, é uma das maiores oportunidades que hoje há para que os cristãos mostrem ao mundo a sabedoria de Deus. Um homem e uma mulher, servindo ao Senhor, comprometidos um com o outro, educando crianças com valores fortes, amando mais um ao outro no fim da vida do que nunca, bem, esse é o verdadeiro tipo de lar com que milhões de pessoas apenas sonham.





NEM MESMO UM GRANDE MARIDO PODE SUBSTITUIR A DEUS
Entrei no carro e comecei a percorrer as curvas da nossa rua. As lágrimas caíam num fluxo contínuo. Meu peito estava apertado, meus olhos inchados e cada músculo tenso de estresse. Por que tem que ser tão difícil? Por que ele não me ama do jeito que sou? Por que tudo tem que ser um problema? O que é que estou fazendo de errado?
Você já fez alguma destas perguntas a si mesma? Se você está casada, não importa há quanto tempo, tenho certeza de que já. Algu­mas vezes fico tão cansada tentando descobrir como fazer com que o meu marido me ame, e que tudo entre nós dê certo, que ele, de algu­ma maneira, tornou-se meu deus. Se estamos bem, eu estou bem. Se não estamos, também não estou.
Isto é naturalmente compreensível porque meu marido e eu so­mos tão unidos, como se fossemos uma única pessoa, estamos tão próximos, que quando ele sofre, eu sofro. Mas meu espírito não de­veria vacilar entre a alegria e a tristeza com base em como Art e eu estamos. Ao invés disso, minha alma deveria estar sempre tranqüila na segurança do amor e da aceitação incondicionais de Jesus.
Jesus nos apresentou esse princípio claramente em João 15.5,6: “Eu sou a videira, vós, as varas; quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto, porque sem mim nada podereis fazer. Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem”. Jesus é a videira de nossa vida; nossos maridos não o são. Se permanecermos em Cristo, e permitirmos que Ele seja o único que ampare nossas almas e determine nossas identidades, então poderemos dar muito mais frutos. Sabemos que conforme Gálatas 5.22 o fruto do Espírito de Deus em nós é o amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
Consegue entender por qual motivo é tão importante que você tenha cada necessidade espiritual satisfeita exclusivamente por Deus? Meu marido não pode dar-me esse tipo de amor, alegria, paz, etc., de forma consistente. E eu não consigo lhe dar amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança sem Cristo. Sem Cristo eu não consigo fazer nada de bom, porque sem Ele vou murchar enquanto estiver tentando que meu marido me satisfaça em tudo. Quando faço isso, esgoto as reservas do meu ma­rido e do meu casamento.
João 15.9 prossegue: “Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor”. Veja bem, minha querida amiga, eu sei o que é caminhar pelos caminhos árduos de um casa­mento difícil. Eu entendo a solidão, o desespero, as frustrações. Mas também sei o que é ter um casamento maravilhoso, completo, ro­mântico e impressionante.
Hoje o meu marido é basicamente o mesmo homem que era quan­do as coisas não iam tão bem. Deus trabalhou no seu coração e fez algumas mudanças nele, mas nada do que fiz teve o poder de modificá-lo. A coisa mais importante que transformou o meu casa­mento foi eu permitir que Deus fosse o meu Deus. Em vez de con­centrar-me em todas as coisas que o meu marido não fazia direito, ou deixar que a sua aprovação ou desaprovação me consumissem, aprendi a ir a Deus e dizer: “Senhor, eu sei que você me ama, e ama o meu marido. Então, por favor, faça com que ele se modifique, ou modifique o meu coração no que se refere a esse problema que estamos enfrentando”. Algumas vezes Ele suaviza o meu marido, mas o número de vezes em que Deus me modifica é muito maior. Freqüentemente eu digo em conferências e encontros que Deus me ensinou o que significa viver para um público de uma pessoa. Ao invés de tentar ser uma boa esposa para conseguir a aprovação do meu marido, tentar ser uma boa mãe para conseguir a aprovação dos meus filhos, e tentar ser uma boa amiga para conseguir a aprovação das minhas amigas, agora eu simples­mente tento agradar a Deus. Procuro apenas o seu favor e sigo os preceitos. Fazendo isso, me torno uma boa esposa, uma boa mãe e uma boa amiga.
O que transformou o meu casamento foi passar constantemente algum tempo com Deus todos os dias, e pedir-lhe que me nutrisse e me desse a minha identidade e a minha segurança. Isso me liberou deixar de preocupar-me com as minhas necessidades, as minhas vontades e os meus desejos para dedicar mais atenção às necessidades, as vontades e aos desejos do meu marido. Somente através da força de Deus agindo em mim é que posso dedicar-me dessa maneira ao meu marido e sentir mais satisfação em dar do que em receber.
Todos os resultados das pesquisas que fiz com homens têm algo em comum: os maridos dizem que as suas esposas sentem falta de coisa nas suas vidas, e eles não sabem como suprir esta falta, “Eu queria que a minha mulher soubesse que eu a amo”, ou “Eu quero lhe dar o que precisa, mas tenho certeza de que nem ela mes­ma sabe o que quer”, ou “Eu queria tanto que a minha mulher conseguisse ver os meus sentimentos mais profundos — o quanto eu a amo — eu apenas não sei como fazê-la ver isso e acreditar nisso” e “Faço tudo o que posso para fazê-la sentir-se amada, mas parece que não é o suficiente”.
Esses maridos querem que os corações de suas esposas estejam suficientemente seguros para receberem livremente o amor que es­tão oferecendo. Isto só acontecerá quando o coração de uma esposa estiver tranqüilo e em segurança nas mãos do Senhor, e ela estiver em paz, sabendo quem é o seu Deus. Só então uma esposa forte, porém terna, poderá emergir com a capacidade de ser a esposa que foi criada para ser.
Construindo o Seu Relacionamento – Passe algum tempo em oração hoje, pedindo a Deus que modifique qualquer atitude errada em seu coração. Peça a Ele que faça com o seu casamento o que Ele planejou.
Pensamento Para o Dia – Como o Pai me amou, tam­bém eu vos amei a vós; permanecei no meu amor. João 15.9


Como apoiar o ministério do seu marido




Muitas esposas de pregadores, hoje, gostariam de saber como ajudar seus maridos no ministério. Uma esposa pode erguer ou pode destruir seu marido. Como? Não se submetendo a ele, não orando por ele, criticando-o aos outros. Além destas, muitas outras coisas.
1. A coisa mais importante que você pode fazer por seu marido é orar. Ore por ele, ore por seu ministério, ore para ele suportar e vencer as pressões que estão sobre ele. Ore pela direção de Deus [na vida do seu marido].
Ore por ele sem cessar … “Orai sem cessar” (1 Tes 5:17 ACF).
2. Submeta-se a ele. Quando outras pessoas vêem você [amorosa, doce e entusiasticamente] se submeter a seu marido você está tornando o seu trabalho mais fácil. Você está sendo um exemplo para outras mulheres. “Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor” (Efésios 5:22 ACF)
“De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos” (Efésios 5:24 ACF).
“Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte de suas mulheres sejam ganhos sem palavra” (1 Pedro 3:1 ACF).
3. Seja-lhe fiel [fiel ajudadora, fiel ao juramento que lhe fez: “... com todas minhas forças: respeitar-lhe-ei, apoiar-lhe-ei, amar-lhe-ei, ..., na alegria e na tristeza, ..., até que a morte ...”.] Seja-lhe fiel orando por ele, amando-o. “Da mesma sorte as esposas sejam honestas, não maldizentes, sóbrias e fiéis em tudo” (1 Timóteo 3:11 ACF)
Algumas vezes seu marido pode vir para casa desencorajado ou frustrado com o ministério. Você deve estar lá encorajando-o. “Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado” (Hebreus 3:13 ACF).
Encoraje-o de várias maneiras:
3.1. Mande-lhe um [amoroso/ edificante/ encorajador] cartão postal ou notinha (pode ser em papel ou por e-mail ou pelo correio convencional);
3.2. Faça para ele seu biscoito favorito. Embrulhe-os em um papel colorido, ou coloque-os em uma caixa bem bonita. Vá à igreja enquanto ele estiver fazendo visitas e deixe a caixa sobre sua escrivaninha com um cartão dentro. [Se você puder faça para ele um cartão com sua foto.] Não existe nada mais romântico do que um cartão feito pela própria esposa.
3.3. Surpreenda-o com uma programação para sair à noite. Se suas condições financeiras não estiverem boas para saírem [e jantarem fora ou fazerem algo que implique em despesa extra], então arranje alguém para ficar com seus filhos, faça o jantar preferido dele com todas as suas comidas preferidas [e gozem um bom tempo só os dois, ou saiam para um passeio romântico, para sentarem e conversarem à beira da praia, etc., algo romântico e prazeiroso, mesmo que não envolva grandes despesas].
3.4. Quando ele chegar, não o receba apresentando-lhe os problemas de casa. Dê- lhe tempo para “esfriar o motor” e recuperar-se dos seus problemas do trabalho. Encontre-o à porta com seu refrigerante preferido ou com uma xícara de café. E nunca se esqueça do [caloroso] beijo de boas-vindas!
3.5. A cada mês, presenteie-o com um livro de cupons de cortesias especiais, de modo que, de vez em quando, ele possa gastar um cupom e lhe pedir algo especial, tal como: “dê-me uma massagem nas costas”, ou “dê-me uma noite de especial e mútuo romantismo, ternura e cortesia”. [Pense em algumas coisas pequenas mas muito especiais, para colocar no livro de cupons. Certamente seu marido, mesmo que não escreva um livro físico, lhe surpreenderá perguntando: “E hoje, quer que lhe faça algo especial? Quer que eu cuide do canteiro de flores?”
3.6. Coloque um bilhete em sua Bíblia [ou agenda ou lancheira] antes dele ir trabalhar. Ou, você pode colocar em sua Bíblia, no domingo de manhã, um cartão com uma nota dizendo: “Eu te amo”. Isto completará sua manhã.
A coisa mais importante de tudo é amá-lo!
“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. (1 Coríntios 13:13 ACF) Todas as vossas coisas sejam feitas com amor” (1 Coríntios 16:14 ACF).
Mostre a ele que você o ama.
Com tudo isto (e com tudo o mais do que você pode pensar [e por num papel, melhor do que eu]), você poderá ajudar a tornar melhor o ministério de seu marido. E, quanto mais feliz o seu marido for, mais feliz você também será. 
fonte:http://estudoscristaos.com/

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